Eleições, primeira fase

Eleição é gestão de tempo. Tem coisas que se você não faz agora, depois já era. Até 17 de agosto, mais ou menos, tem um tipo de campanha, depois muda bruscamente. Começa TV e rádio e isso bota tempero na farofa.

Quer ver o que um candidato não pode deixar de fazer?

Lançamento da candidatura: fazer depois é como pedir a noiva em casamento na hora da lua de mel. Se não rolar até mais ou menos o dia 20 de agosto já era, melhor fazer outra coisa.

Site: mesma coisa. Ou você faz até agora, ou depois a concorrência já levou tudo. E sem tempo pra recuperar.

Rede de finanças: ainda dá, mas o tempo é curto pra montar uma rede de contribuições. Lembre-se, sem dinheiro não se faz quase nada nas eleições. E há ainda uma regrinha cruel. Pra conseguir dinheiro (fora os abonados) é preciso estar competitivo. E pra estar competitivo, é preciso ser capaz de captar recursos. Quem vem primeiro?

Posicionamento da candidatura: pode ser que você só posicione pra valer a sua candidatura na hora que começar a TV. Mas antes disso você precisa ter muito claro o que vai dizer, pra quem vaiu dizer, onde estão os seus votos. Senão é acaso, coisa cada vez mais rara. Marcas, slogans, cores, propostas, público alvo, discurso de oposição ou mudança, etc, o prazo de entendimento e definições tá bem no fim.

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